Que cena engraçada. Tô sentada na cama, encontada na parede, travesseiro e caderno no meu colo. No canto superior da folha está escrito seu nome. Aliás, a finalidade de eu estar com a caneta na mão é realmente pra escrever pra você. Sobre você. Mas, não sei, não consigo. Você entrou na minha vida tão rápido e já me deixou sem palavras. É um sentimento bom, sabe? Esse friozinho na barriga que sinto quando você fala comigo e todos esses sorrisos espontâneos que saem quando você me apelida com nomes carinhosos.
Não consigo achar sequer uma palavra que defina o que você é pra mim, o que se tornou. Só sei que consigo gostar um pouco mais de você a cada segundo, mesmo que você me faça ter as piores crises de ciúmes do mundo e prefira um doce à mim. Mesmo quando você nega ser a coisa mais fofa do mundo. E, até mesmo, quando você me faz sentir boba por estar gostando tanto assim de alguém.
Que todo esse amor — ou o que quer que seja — dure um bom tempo. Que Deus cuide da gente, do que a gente criou. Que Ele me dê forças pra não deixar você ir, porque se isso acontecer eu não sei o que será de mim. A questão agora não é mais querer você. É precisar. Eu preciso de você na minha vida, em cada instante. E sempre — eu disse sempre! — que você precisar de mim eu estarei aqui também. Pra te ouvir, pra te fortalecer, pra silenciar-me contigo quando não quiseres falar nada. Porque antes de tudo, você tornou-se um amigo pra mim, e amigos de verdade, são para sempre.
- Karla Reis. @karlarreis
Para o meu amorzinho, Felipe Maia.
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