- Teresa Coelho.
Karla Reis
Karla Reis
sábado, 3 de setembro de 2011
Desisto de colorir esse azul tão sem graça, seu laço é frouxo, não há delicadeza
quando você desvia o olhar para mim, não há sequer eu, nesse olhar. Farei de mim
objeto de uso cortante, que bebe sonhos em volúpias, soluçando e desacreditando
de sonhar. O que há de errado em ser por inteiro sempre a metade de alguém?
Deixa-me lamber o espelho que lhe quebra a verdade. Mas é isso que eu me sinto:
pausas que doem. E não há mais nada que me faça prosseguir, assim sem pausas, só
com meu coração batendo solto, e meu.
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