Conheço a carnosidade da tua alma, tua pele é um convite eterno de noites embriagadas e solavancos doloridos. É uma sede que me joga repicando as veias, vivendo de súplicas e delírios sondáveis, é uma sede que dura a vida toda. Eu faço poesia na tua saliva e declamo-a nos beijos, desconhecendo minhas preces, minha paz, minha calma, minha solidão. Apego-me às noites dormidas dentro dos teus ombros exaustos que me puxam numa cegueira viva e nítida, quase eterna. Balbuciaste teus apelos perdendo-se em meus braços, pernas, amasso... Tua voz celebra o orgasmo que eu tenho nos teus olhos, celebra o amor. Eu te amo.
- Teresa Coelho.
- Teresa Coelho.
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